Encontro de poetas e apreciadores da boa poesia, tendo como foco a produção literária de poetas de Guarulhos. Neste mês, Imbrahim Khouri ministrará um minicurso de versificação, dando ênfase no período do Romantismo, representado pelo autor Castro Alves. Que foi um dos grandes nomes da terceira geração do Romantismo no Brasil.
Comemorando o Dia Nacional da Poesia (14 de março), a arte-educadora Valdete Xavier faz uma contação de histórias com uma performance que utiliza crônica, narrativa e poesia.
12 a 26 de Março / segunda a sexta, das 9h às 17h30
Oportunidade para reciclar sua leitura, sem nenhum custo, trocando algum titulo que já tenha lido por outro de seu interesse. Para participar a única recomendação é que os livros não sejam didáticos e estejam em bom estado. As trocas serão feitas diretamente entre os freqüentadores ou com títulos disponíveis para troca na própria biblioteca. Além de livros, os participantes podem realizar a troca de gibis, discos de vinil e revistas. E em comemoração ao Dia do Bibliotecário serão realizados sorteios de kits de leitura.
A literatura existente sobre o hábito de leitura no Brasil aponta dois caminhos distintos. O primeiro, é que parte expressiva da população não tem o hábito de ler, devido principalmente aos problemas sociais e educacionais existentes. O segundo, indica que nunca se leu tanto no país, baseado no desenvolvimento da indústria editorial e, principalmente, nas tiragens expressivas de algumas revistas semanais.
Não existe ainda um diagnóstico científico com indicadores relevantes sobre o papel que a biblioteca pública desempenhou no crescimento da indústria editorial e na formação de um público leitor. Os dados estatísticos existentes são extremamente falhos, pois apenas apontam indicadores quantitativos baseados na consulta de livros e no empréstimo domiciliar.
Além dos problemas acima citados, devemos acrescentar que nos grandes centros urbanos as bibliotecas públicas foram construídas no centro das cidades, esquecendo-se das populações suburbanas ou rurais. Acresce, ainda, ao problema das bibliotecas públicas, o fato de, geralmente, elas não serem unidades orçamentárias, o que prejudica enormemente a atualização do acervo e a capacitação dos recursos humanos.
Tradicionalmente, no Brasil, elas desempenham atividades que deveriam ser executadas por bibliotecas escolares. A falta da biblioteca escolar faz com que os estudantes sejam quantitativamente os maiores usuários das bibliotecas públicas e os recursos existentes passam a ser prioritários para o atendimento estudantil, como a aquisição de material didático e a especialização do pessoal na elaboração de atividades de ensino. Geralmente, há um vício na pesquisa escolar realizada na biblioteca pública, pois está baseada na cópia de dicionários e enciclopédias, atividades que não são condizentes com a formação de um público leitor.
Segundo a autora Lucila Martinez afirma que a leitura ao longo do processo histórico desempenhou um papel importante para intensificar a participação social do indivíduo. Já existe uma série de princípios definidos em torno desta problemática, entre as quais destacamos:
a) uma das causas dos fracassos das reformas qualitativas da educação é a atenção inadequada e insuficiente que se dá ao problema da leitura, situação esta que deriva da não inclusão deste fator dentro dos planos e políticas de desenvolvimento do setor social, educativo e cultural.
b) a eficácia das campanhas de alfabetização de massas é prejudicada pela falta de investigação, estudos e informação sobre a produção e distribuição de materiais para novos leitores, crianças e adultos, pela carência de mecanismos de sustentação das campanhas (o que provoca o retorno ao analfabetismo) e igualmente pela falta de facilidade para generalizar o acesso da população à produção editorial que circula no país;
c) a contradição que existe na atualidade entre as quantidades de produção e venda de livros e o baixo número de leitores registrados pelas estatísticas, provocado em grande parte pela identificação indiscriminada do livro e da leitura como uma atividade predominantemente escolar e que, portanto, deixa de ser exercida quando cessa a escolaridade;
d) não basta criar certas condições quanto à leitura; é necessário dedicar esforços à formação do leitor para despertar nele o interesse de ler, estimular sua atividade positiva e seu gosto pelos livros e facilitar o acesso a materiais e atividades que consolidem seus hábitos de leitura.
Além disso, devemos afirmar também que o profissional da informação muitas vezes não é formado para ser um propagador de uma política de leitura. Experiências de países desenvolvidos comprovam que, para a formação de um público leitor, é imprescindível que o profissional responsável tenha conhecimento não só do acervo, mas da própria produção editorial do seu país, para aconselhá-la adequadamente aos usuários.
Experiências desenvolvidas comprovam que para a biblioteca pública formar e manter um público leitor, duas atividades são extremamente relevantes. A primeira é a interação adequada com a comunidade e a segunda é a segmentação de mercado.
Poucas bibliotecas públicas conseguem ter uma interação adequada com a comunidade, pois geralmente não utilizam técnicas de elaboração de diagnóstico para conhecer detalhadamente a situação dos leitores reais e potenciais do seu município. Outra dificuldade é que, apesar do nome "Biblioteca Pública", os habitantes da localidade não têm a dimensão de que aquela instituição é patrimônio da comunidade, e que, portanto deve ser utilizada e preservada como um bem comum.
Antecipando o estudo da vinculação entre biblioteca pública e comunidade, é preciso conhecer quais são as características da biblioteca e da comunidade. A este respeito, as que identificam a biblioteca pública incluiriam, entre outros, os seguintes pontos: acervos, postos de leitura, pessoal (quantidade e qualidade), organização, serviços e produtos oferecidos etc. No que tange às características da comunidade, estas podem deduzir-se por meio de contato direto com a comunidade mesma, assim como por meio das publicações, de censos, de investigações e de diversos estudos realizados sobre a comunidade em questão.
Essa interação se vê condicionada, em grande medida, pelas circunstâncias que rodeiam o surgimento da biblioteca pública. Neste sentido, quando uma biblioteca se instala como produto do esforço dos membros, grupos e instituições da comunidade, sua vinculação aos diferentes níveis encontra-se garantida, sempre que se mantenha o contato estreito com eles. Do contrário, uma biblioteca que surja como conseqüência de uma decisão tomada nas altas hierarquias terá de estabelecer a relação com a comunidade por meio do profissional da informação.
Não obstante, podem-se estabelecer diversos níveis de interação biblioteca-comunidade, dentre os quais podemos assinalar os seguintes: relação com o usuário ou, o que é o mesmo, a prestação do serviço comunitário; conhecimento das distintas características da comunidade (demográficas, educacionais, culturais, etc.); conhecimento das necessidades e interesses de leitura, informação e recreação dos usuários potenciais e reais, das instituições e de outros membros da comunidade; o enriquecimento e a adequação dos acervos das bibliotecas segundo as características da comunidade e as suas necessidades e interesses de leitura e de informação; a realização de atividades relacionadas com a prestação do serviço bibliotecário (círculo de estudos, seminários, cursos, exposições bibliográficas, visitas dirigidas, hora do conto, debates sobre crítica literária etc.) executadas exclusivamente pela biblioteca; realização de atividades vinculadas à prestação de serviços bibliotecários e de cuja organização participa a biblioteca com o apoio da comunidade e/ou usuário; e realização de atividades destinadas a satisfazer necessidades mais amplas da comunidade, não vinculadas estritamente a serviços que presta a biblioteca.
Na verdade, somente uma interação adequada com a comunidade é que permitirá à biblioteca desenvolver produtos e serviços que de fato sejam indicadores qualitativos da formação e manutenção do público leitor.
Tradicionalmente, as bibliotecas públicas utilizam três estratégias distintas para o atendimento ao usuário. A primeira é o marketing indiferenciado onde a biblioteca trata de atender a todos os segmentos da comunidade oferecendo os mesmos produtos e serviços. O segundo é a concentração de mercado, ela concentra os seus esforços em um segmento específico da comunidade, proporcionando um excelente serviço em detrimento de outros segmentos considerados como de menor importância para o crescimento da comunidade. O terceiro é o chamado marketing diferenciado em que a biblioteca estuda as características diferenciadas de cada segmento e prepara uma estratégia para atender de maneira específica às necessidades de cada um.
Portanto, segmentação de mercado é um processo que mostra a definição de grupos homogêneos de clientes, em função das seguintes variáveis: necessidades, desejos, características geográficas, demográficas e socioeconômicas.
No caso específico da biblioteca pública se justifica a utilização de técnicas de segmentação de mercado, pois a comunidade é heterogênea com relação aos interesses de informação e leitura e os recursos disponíveis nem sempre são suficientes para atender a variados tipos de demanda.
O grande problema reside na escolha do segmento adequado. Geralmente se utilizam duas variáveis: a primeira é a que se chama força organizacional, ou seja, quais os pontos fortes da biblioteca relacionados com o desenvolvimento das coleções, os recursos humanos e os produtos e serviços postos à disposição da comunidade; a segunda é a atração do mercado, que deve refletir os pontos fortes da comunidade relacionados não somente com a força organizacional, mas também com o próprio desenvolvimento da comunidade em questão. Na medida em que as duas variáveis se cruzam e os pontos fortes são coincidentes, significa que aquele segmento terá condições de ser viabilizado sem grandes esforços financeiros. Se os pontos fortes não coincidem, a biblioteca terá um esforço maior financeiro e de capacitação de recursos humanos para viabilizar a proposta de segmentação de mercado.
Biblioteca Orobó Mikail
2 a 12 de Março / inscrições gratuitas
Em março inicia-se o projeto Braille Tour, que tem como objetivo a divulgação mais ampla dos serviços do Espaço Braille Professora Alice Ribeiro com visitas das profissionais deste espaço, apresentando à população os instrumentos e ferramentas da escrita Braille. Este encontro acontece no 12, às 14h. Vagas: 20. Rua Justiniano Salvador dos Santos, 311, ao lado da quadra do Mikail.
Em março inicia-se o projeto Roda de Leitura abordando o clássico O Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente.
Neste mês, os encontros acontecem nos dias 06 e 20 (sábados), das 14h às 16h.
Coordenação de Lúcia Sasaki.
Vagas: 15.
Rua Justiniano Salvador dos Santos, 311, ao lado da quadra do Mikail.
Biblioteca Orobó Mikail
1 a 31 de Março 2010
De terça a quinta, das 15h às 17h.
A biblioteca, em parceria com senhoras da comunidade do entorno, oferece oficinas de artesanato para geração de renda. O intuito destas oficinas é oferecer o mezanino como espaço de convivialidade e aprendizagem de artesanatos que são expressões da cultura popular.
Biblioteca Orobó Mikail.
Rua Justiniano Salvador dos Santos, 311, ao lado da quadra do Mikail.
1 a 31 de Março 2010 - De segunda a sexta das 9h às 17h30.
Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a biblioteca expõe um varal de poesias com as obras de Cora Coralina, Clarice Lispector e Cecília Meireles.
Rua João Gonçalves, 439 - Centro.
No blog Livros e Afins, do blogueiro, autor e jornalista Alessandro Martins, explica de forma bastante simples os 10 motivos para ler os livros clássicos, veja abaixo:
Como se você precisasse de 10 bons motivos para ler os clássicos além de eles serem potencialmente divertidos… mas a mania de estar na crista da onda faz com que cada vez mais se leia apenas livros da última década. Porém, há muita coisa boa para ler com mais de cem anos.
Schopenhauer era mais radical e dizia que não se devia ler nada com menos de 50 anos. Claro que reclamava por não ser lido. Afinal, seus livros ainda não tinham chegado a essa idade.
Enfim. O site Pick The Brain publicou uma lista de como os clássicos podem expandir sua mente. Claro que esses são os motivos do autor desse blog – eu tenho outros e você também deve ter os seus.
A lista está em inglês, mas traduzo muito livremente aqui:
1. Aumente seu vocabulário: muitas palavras usadas em livros antigos não são comuns hoje em dia. Um vocabulário maior dá a você mais ferramentas para se expressar melhor, ainda que prefira usar as palavras cotidianas. 2. Melhore sua redação: ao ler, ainda que inconscientemente – isto é, sem que você precise se preocupar com isso -, você absorve um pouco do estilo do autor. 3. Melhore seu modo de falar: você agora terá um vocabulário melhor, uma redação melhor e, portanto, articula melhor os pensamentos. Se articula melhor o pensamento, articula melhor a fala. 4. Tenha novas idéias: os clássicos, por definição, vem do passado, mas – ora – todo mundo está lendo os mesmos blogs, os mesmos best-sellers e as mesmas porcarias escritas no mês passado. As idéias contidas em um clássico são antigas, mas muitas vezes estão esquecidas. Um leitor criativo e crítico, saberá dar o verniz de originalidade e contemporaneidade a elas. 5. Tenha perscpectiva histórica: o que é bom hoje, pode ser esquecido amanhã. Mas há uma razão para os clássicos terem permanecido tanto tempo por aí. Não dependa tanto da crista da onda. 6. Divirta-se: não deixe que a linguagem antiga seja uma barreira. O melhor motivo para ler um livro é diversão. Há quem discorde, mas – para mim – as outras razões vêm depois. 7. Sofisticação: nada mais fútil do que ler pensando apenas em enriquecer sua conversação com alguma citação esnobe, mas, enfim, se é o seu caso, nada como tirar da manga aquela frase famosa de Dom Quixote para arrematar um argumento. 8. Ser mais seletivo: com o tempo você vai deixar de querer qualquer livro ruim. Por que perder tempo com porcarias, ou apostá-lo no incerto, se você já sabe o que é bom para você? 9. Desenvolva uma voz distinta: se você lê blogs demais e clássicos de menos, tem desperdiçado a chance de ter um estilo que se destaque em relação ao de outras pessoas que trabalham com a palavra escrita. 10. Aprenda idéias atemporais: existe uma crença errônea de que o novo é sempre melhor que o antigo e de que as idéias passadas não são aplicáveis ao presente. Muitas vezes, a novidade não passa da deturpação da antigüidade. Ao ler os clássicos, você entra em contato com conhecimentos que estão de acordo com aqueles que os criaram, sem que nada tenha sido suprimido, acrescentado ou alterado.
No blog lendo.org, o blogueiro André Gazola lista 10 motivos para ler livros atuais de uma forma bem legal e incrível.
Os livros retratam a sociedade em que são escritos. Se você lê um livro escrito hoje, você se sente engajado nos motivos que levaram o autor a escrevê-lo. Você adquire um maior conhecimento do mundo onde vive;
Ajudam a melhorar sua qualidade de vida. Eu não falo de auto-ajuda, no sentido pejorativo da palavra. Livros como os e Allan e Barbara Pease (Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? etc.), podem tornar um relacionamento a dois muito mais prazeiroso. Antigamente, não havia esse tipo de preocupação na literatura (não vou entrar na inevitável pergunta: O que é literatura?);
Maior conhecimento do que vai ler, ainda antes de começar. Nunca houve tão boa classificação das obras. Se você quer um romance policial, algo sobre espiritismo, budismo, mitologia, história, psicologia, enfim. As próprias capas ajudam na identificação;
Preocupação com a forma. Alguns podem achar um ponto falho (com o argumento de que o texto acaba se tornando artificial), mas os livros atuais são revisados e revisados e revisados. Assim, a obra chega ao leitor com a melhor qualidade possível;
Valorização como um todo: o livro é uma produção universal. Antigamente, bastava escrever um texto no papel e sair distribuindo. Hoje, os trabalhos de publicação, revisão, editoração, criação da arte e os planos de divulgação fazem parte, diretamente, da produção literária;
Você está atualizado. Ora, quem não precisa estar atualizado hoje em dia? É extremamente prazeiroso conversar sobre literatura com alguém, citando Pamuk, Brown, Yalom e outros;
Você entende melhor o processo de evolução da literatura, da sociedade, da humanidade. Este item é para quem também lê os clássicos, e eu digo: leia os clássicos. Com a comparação entre as obras, entre os tempos em que foram escritas, fica mais fácil de entender muitos aspectos que levaram ao mundo em que vivemos hoje;
Para acadêmicos: busque a intertextualidade. Novamente, comparando os livros clássicos com os atuais, você acaba encontrando aspectos semelhantes, situações em que as obras se relacionam. Em trabalhos acadêmicos, os olhos dos professores brilham ao ver esse tipo de comparação;
Os best-sellers são clássicos. Ou será que os clássicos são best-sellers? Entenda que, aquilo que você está lendo hoje, vai continuar por gerações e gerações e poderá um dia se tornar “clássico”, no sentido em que conhecemos. Se você gosta de Shakespeare, Alighieri ou Sófocles que tal ser um dos primeiros a ler um clássico das gerações futuras? Quem não gostaria de ter lido Macbeth, ainda no séc. XVI?;
Você aprende a pensar. Esta é quase uma crítica que eu tenho aos clássicos: eles lhe contam uma história, narram alguns conflitos e vão para o desfecho. Alguns livros atuais, como os de Orhan Pamuk, praticamente pedem a sua opinião o tempo todo. Você é convidado a participar da trama, discutir os acontecimentos, dar sua versão dos fatos, PENSAR SOBRE O QUE ACONTECE.
Vídeo feito em 2009, no aniversário da Biblioteca. RETIFICANDO: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DE SEGUNDA A SEXTA, DAS 09h ÀS 18h E AOS SÁBADOS DAS 09h ÀS 14h.
A Biblioteca oferece esta oficina gratuita de Carnaval com a arte-educadora Adriana Bernardo Teixeira. Inscrições no local. Vagas: 15. Horários: 14h30 às 17h. Mais informações no local: Rua Justiniano Salvador dos Santos, 311, ao lado da quadra do Mikail.
1º a 28
De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e sábado, das 9h às 14h, exceto feriados.
Exposição de poemas do pernambucano Manuel Bandeira (1886- 1968), retirados dos livros Carnaval e Libertinagem. O Varal deste mês apresenta colombinas, arlequins e pierrôs em relações apaixonadas, ingênuas, cínicas e até mesmo em bacanais – “Evoê Baco!” –; como também em poesias modernistas e cadenciadas, que servem como pano de fundo para o sutil relato autobiográfico do poeta. A identidade conceitual foi concebida pelos arte-educadores André Okuma e Marina Pinto, baseado nas obras de Gustav Klimt, vanguardista vienense. Mais informações sobre a exposição no 2087-6900. Entrada franca. Rua João Gonçalves, 439, Centro.
18 e 19 de Dezembro / sexta e sábado
Das 10h às 17h
Em comemoração ao 1º aniversário da Biblioteca, teremos no dia 18, sexta-feira, contação de histórias e uma oficina de brinquedos com materiais recicláveis com a arte-educadora Adriana Teixeira. No dia 19, sábado, teremos sarau de poesias.
Entrada franca.
Rua Justiniano Salvador dos Santos, 311,
Parque Mikail.
É a principal biblioteca do Sistema Municipal de Bibliotecas Públicas de Guarulhos que também conta com mais sete bibliotecas ramais, seis bibliotecas em parceiria, uma especializada em música(Conservatório) e um troca-livros.