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BIBLIOTECA INDICA: GRANDES ROMANCES, GRANDES AMORES

"Sonharás uns amores de romance, quase impossíveis.
Digo-lhe que faz mal, que é melhor contentar-se com a realidade; se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir."
Machado de Assis




SHAKESPEARE, William. Romeu e Julieta.
Localização: 82-2 S539s
Em Verona, na Itália, por volta de 1600, a rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz.Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto.A paixão é mútua e instantânea.Ao descobrir que pertencem a familias inimigas, os dois se desesperam.Resolvem casar-se secretamente, com a cumplicidade de frei Lourenço.No entanto, o destino desse amor seria trágico.


BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes.
Localização: F B887m
Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa.



LEROUX, Gaston. O fantasma da Ópera.
Localização: F L626f
É noite de gala na Ópera de Paris. Os Srs. Debienne e Poligny se despedem do cargo de diretores da Ópera com um último recital. Porém, nos corredores do teatro, uma figura misteriosa caminha como uma sombra e desaparece sempre que é vista. No subsolo, o maquinista-chefe é encontrado morto. Esse é o legado que os antigos diretores deixam a Armand Moncharmim e Firman Richard: a perturbadora presença do fantasma da Ópera. Ao ignorar os caprichos do Fantasma, os novos diretores têm que lidar com uma trágica seqüência de eventos que culmina no desaparecimento repentino da cantora lírica Christine Daaé. É em meio a esse clima de suspense e de terror que somos levados ao labirinto sombrio que é o subsolo da Ópera de Paris.


FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary.
Localização: F F616m
Para escapar à monotonia do casamento e da vida provinciana, a sonhadora Emma Bovary se perde em idealismos, amantes e dívidas. Ao narrar a decadência dessa mulher, e também da sociedade burguesa, Flaubert nos brinda com o romance moderno por excelência.



AUSTEN, Jane. Orgulho e preconceito.
Localização: F A95o
Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.


HAWTHORNE, Nathaniel. A letra escarlate.
Localização: F H326L
A ficção de Nathaniel Hawthorne, cuja sólida construção estilística fez dele o primeiro grande romancista dos Estados Unidos, apresenta os dilemas de personagens que, cerceados por uma sociedade puritana, buscam o direito à liberdade afetiva. Hawthorne desce aos segredos do subconsciente reprimido, à tensão dos impulsos contraditórios, à angústia que transita da inocência à perversidade. É um moralista da ambigüidade, estilista que se expõe em recortes autobiográficos profundos. Sua obra-prima, A Letra Escarlate (1850), é um romance histórico, ambientado nos Estados Unidos do século XVII. O romance foi transposto para o cinema, obtendo grande sucesso de público e de crítica.


ASSIS, Machado de. Dom Casmurro.
Localização: F A866d
Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou.



TOLSTÓI, Liev. Anna Kariênina. 
Localização: F T589a
Os dois principais personagens, Liévin e Anna, só se encontram uma vez, em toda a longa narrativa. Mas nem por isso estão menos ligados, pois a situação de um permanece constantemente referida à situação do outro. Anna viaja a Moscou para tentar salvar o casamento em crise de seu irmão. Consegue ajudá-lo, mas acaba pondo a perder o seu próprio, apaixonando-se por um aristocrático militar por quem larga o marido e o filho pequeno. Liévin, um rico e jovem proprietário de terras rurais, vive às voltas com problemas de conflitos de classe de seus lavradores e questionamentos existenciais profundos.



DUMAS FILHO, Alexandre. A dama das Camélias.
Localização: F D92d
Armand Duval é um jovem estudante de Direito na Paris de meados do século XIX. Jovem recatado, vindo de uma respeitável família burguesa interiorana, apaixona-se por Marguerite Gautier, nada mais nada menos que a mais cobiçada cortesã dos salões e teatros parisienses. Marguerite - vendida, corrompida, perdulária, amante de vários homens - corresponde ao amor do jovem, que provoca uma reviravolta na vida da jovem prostituta. Mas o futuro dos dois amantes enfrenta os mais rígidos obstáculos. Escrito pelo francês Alexandre Dumas Filho a partir da sua experiência autobiográfica com a cortesã Marie Duplessis, A dama das camélias é uma das mais célebres narrativas longas do século XIX - o próprio século de ouro do romance europeu.


Projeto Poesia às segundas-feiras


BARRETT-BROWNING, Elizabeth; BANDEIRA, Manuel (Trad.) Soneto. IN: BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008. p.403

Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh'alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte

Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,
Ainda mais te amarei depois da morte.

BIBLIOTECA INDICA: CONSCIÊNCIA NEGRA


Racismo é produto da mediocridade intelectual. 
FREIRE, Marcelino. Contos negreiros.
Localização: C F934c
O autor escreve como quem pisa no massapé, chão de barro negro, como a fala preta amassada entre os dentes, no terreiro da sintaxe, dos diminutivos dobrados nas voltas da língua. 

FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala.
Localização: 316 F943c
Abordagens inovadoras de vida familiar, dos costumes públicos e privados, das mentalidades e das inter-relações étnicas revelam um painel envolvente e deliciosamente instigante da formação brasileira no período colonial. Da arquitetura real e imaginária da casa-grande e dos fluxos e refluxos do cotidiano da família patriarcal, emergiram traços da convivência feita de intimidade e dominação entre senhores e escravos e entre brancos, negros e índios que marcaram para sempre a sociedade brasileira.
VALENTE, Ana Lúcia E. F. Ser negro no Brasil hoje.                                                          Localização: 316.647.8 V249s
Racismo: uma doença que infecciona a sociedade brasileira.
Fale-se muito de uma perfeita democracia racial no Brasil, quando na verdade o preconceito, a segregação e a perseguição racial são crimes crônicos em nossa sociedade. E quem é a maior vítima do racismo brasileiro? É o negro.
Este livro procura refletir sobre essa doença social brasileira, mostrando as sutilezas que tentam mascarar seus sintomas e as possíveis formas de combatê-la.

ALVES, Castro. Os escravos.
Localização: P A478e
Este livro é uma reunião de poemas abolicionistas de Castro Alves, publicada doze anos após a sua morte. Inclui os famosos poemas “Navio negreiro” e “Vozes d´África.”
Navio negreiro” foi escrito anos depois da lei que aboliu o tráfico de escravos; como a lei não era completamente obedecida, o poeta se viu na obrigação de protestar. Ninguém foi mais veemente na poesia anti-escravagista do que Castro Alves, e isto fica claro neste livro.
KRISNAS, Antonio; ALAN, Alex. A saga de Palmares: Zumbi.
Localização: 94(81).027 K93s
A ideia do livro é popularizar a história de Zumbi, da escravidão negra no Brasil e do surgimento do quilombo de Palmares, por meio de imagem sequenciada. Nos quadrinhos, Zumbi aparece como um guerreiro musculoso e invencível, ao estilo dos super-heróis. Para o autor do livro, essa caracterização e o dinamismo das cenas de combate desenhadas por Allan Alex deverão atrair principalmente o público jovem, entre 12 e 18 anos, já fã dos quadrinhos.
 

LIMA, Heloísa Pires; GNEKA, George; LEMOS, Mário. A semente que veio da África.
Localização: J L698s
O vento, depois as águas, o barro, fazem parte da vida de uma sementinha que existe em toda a África. Dependendo de onde nasce, recebe um nome. Baobá mas também Embondeiro. Por viver até seis mil anos, se transformar num gigante na altura e na cintura, inspira muitas histórias para quem vive em torno dela. E convidamos o leitor para saborear algumas delas.
BARBOSA, Rogério Andrade. Outros contos africanos: para crianças brasileiras.
Localização: J B211o
Neste livro o autor faz um resgate de contos da cultura africana, cujos temais são universais e tradicionais, adaptando-os ao jovem leitor brasileiro. Sua leitura permite às crianças conhecer uma pequena parte da cultura e sabedoria da África e sugerem novas formas de reconhecer a riqueza que nasce da diversidade.São narrativas simples, recolhidas da tradição oral: o primeiro explica porque a galinha d angola tem as penas pintadas e a razão de seu canto característico - "tô fraca, tô fraca!" - e o segundo, o motivo de o porco ter o focinho curto. Divertem e ensinam, a um só tempo.

BARBOSA, Rogério Andrade; LIMA, Graça. Histórias africanas para contar e recontar.
Localização: J B211h
A mata escura, as crianças em volta da fogueira, o céu estrelado. É hora de ouvir histórias. Conduzidos pelas palavras de Rogério Andrade Barbosa, ingressamos no universo mágico dos contos africanos.
MACHADO, Ana Maria. Menina bonita do laço de fita.
Localização: J M129m
Um coelho branco apaixonado por uma criança negra. Isso é possível? Sim! Nosso coelhinho, aliás, vai além: quer também ter a pele escura, igualzinha à da linda menina. Além do caráter lúdico de sua criação, a autora coloca em cena, nesta obra, diversos aspectos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a fraternidade inter-racial. Razão suficiente para tornar Menina bonita do laço de fita um excelente livro infantil, com alta dosagem de sensibilidade.

PINSKY, Mirna; RAMOS, Ciça. Nó na garganta. 
Localização: J P725n
Nó na garganta é a história de Tânia, uma menina negra de 10 anos cuja família decidiu trocar a vida pobre e difícil na cidade grande por uma oportunidade diferente do litoral. No novo ambiente, Tânia defronta-se com a dura realidade do preconceito racial. Uma experiência amarga que a levará a descobrir coisas importantes a respeito de si mesma, como seu poder de enfrentar com dignidade as injustiças do mundo em que vivemos.

MARTINS, Georgina; EUGENIA, Maria. Minha família é colorida.
Localização: J M343m
Ângelo tem um irmão de cabelos lisos, uma mãe de cabelos ondulados e uma avó que é negra. Por que todo mundo é diferente? E como podem ser todos parte da mesma família, já que ninguém se parece? Junto com o protagonista desta história, o leitor vai perceber que muitas de suas raízes estão longe, em lugares que às vezes a gente nem imagina.




                                 Atenção!

As Bibliotecas Públicas Municipais de Guarulhos não abrirão nos dias 20, 21 e 22 de novembro (quinta, sexta e sábado) em virtude do feriado da Consciência Negra. 

Mundo dos Quadrinhos

Death Note - O caderno da Morte

É uma série de mangá em 12 volumes, escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata, e que cuja adaptação para anime foi dirigida por Tetsurō Araki. No Brasil, a série de mangá foi publicada pela Editora JBC.
A história centra-se em Light Yagami, um estudante do ensino médio que descobre um caderno sobrenatural chamado "Death Note", no qual pode matar pessoas se os nomes forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de alguém que quer assassinar. A partir daí Light tenta eliminar todos os criminosos e criar um mundo onde não exista o mal, mas seus planos são contrariados por L, um famoso detetive particular.
A Biblioteca Monteiro Lobato possui a coleção, parcialmente.

GRUPO KETUBA e BANDA BENGALA BRANCA- 74 ANOS DA BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO

Clique na imagem
Para finalizar as comemorações dos 74 anos da Biblioteca Monteiro Lobato, Guarulhos, apresentaremos o grupo de percussão Ketubá e banda Bengala Branca às 14hs e a Roda de Leitura sobre o livro "A bibliotecária de Auschwitz" no Espaço do Escritor, piso superior ao lado do Telecentro, às 15hs.


Banda Bengala Branca
Banda Bengala Branca
Banda formada por alunos cegos do curso de teoria musical em Braille do Conservatório Municipal de Guarulhos e convidados.
Com um repertório popular, tem encantado o público com o exemplo da superação e arte.
Orientado pelo professor Fábio Bonvenuto o grupo completa três anos de atividade.

Grupo Ketubá
Sob a coordenação do professor Fábio Bonvenuto, o grupo de percussão Ketubá do Conservatório Municipal de Guarulhos transforma sucata em instrumentos musicais. Baldes de plástico, tabuleiro de bolo, embalagens Tetra Pack, roda de carro, tambor de máquina de lavar roupa e qualquer outra quinquilharia é usada para fazer o som do Ketubá.

BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO - Endereço
Dia 29 de Novembro 2014
A partir das 14hs